Na manhã seguinte (hoje) o pardal (ou pardoca?) acordou muito
agitado e querendo sair da gaiola e completamente alucinado, chegou a escapar e se abrigar embaixo da máquina de lavar, mas peguei ele de novo. Meu pai
foi deixar ele onde o encontrou, já que o tempo está bem melhor, depois de um tempo apareceu um adulto, provavelmente um dos pais, ficaram juntos por um tempo no chão e voaram juntos.
Que legal Lipe!! Trabalho sensacional e humano! Depois vcs libertam essas aves?
ResponderExcluirdentro do possível, sim, algumas não há como liberar, como as exóticas já nascidas em cativeiro, ou quando sofrem um acidente grave (uma pomba que teve uma das asas amputadas), mas o ideal é sempre libertar-las. logo virá um pombinha que foi criada como mascote (provavelmente uma pombo-correio) foi abandonada pelos donos após sofrer uma grave lesão com a asa e com muito sangramento inclusive, e isso a impossibilitará de sequer fazer um voo razoável a moça que resgatou em breve encaminhará pra cá.
Excluir