A caça e captura de aves é o maior problema que os defensores de cada animal precisam se confrontar. A cada exemplar capturado é muito provável que uma família seja destruída e que morram seus filhotes ou seus pais.
Se deseja estar com contato com aves silvestres, faça trabalho voluntário em algum centro reabilitação e reinserção de animais selagens ou em alguma reserva ambiental, para ajudá-los a viver e não a morrer aprisionados em cativeiro.
Caso encontre alguma dessas aves em perigo, até encontrar um lugar para onde deva levar, tenha os seguintes cuidados:
- Estabilizá-las, pois geralmente se encontram desidratadas.
- Forneça calor.
- Hidratá-la, dê através de uma seringa gotas de Gatorade ou água com mel.
- Caso note que está forte o suficiente para se alimentar, ofereça pedaços de alimentos e misture com líquido.
- Observe se a ave tem algum tipo de ferimento ou pancada, dependendo do caso requer atenção veterinária de um especialista em aves.
Quantidade de alimentos:
Primeiramente ponha a ave em uma balança e a pese e calcule uma dieta de cerca de 15 a 25 % de seu peso. Prepare e pese a ave a cada vez que for oferecer a refeição.
As principais espécies encontradas em áreas urbanas são a Coruja-buraqueira (Athene cunicularia), Caburé (Glaucidium brasilianum), Coruja-das-torres (Tyto alba), Coruja-orelhuda (Pseudoscops clamator) e a Corujinha-do-mato (Megascops choliba). A Coruja-buraqueira é noturna e diurna, devendo ser alimentada durante o dia e as outras espécies podem ser alimentada a noite.
Que tipo de alimento deve ser oferecido? Recorde que esse tipo de dieta é somente em casos emergenciais, pois são há como arrumar seu alimento original.
A maioria delas são estritamente carnívora, nas quais capturam presas proporcionais a sua idade. Seus pais conseguem uma variedade de presas, desde pequenas como insetos em geral, como mariposas, grilos, baratas, gafanhotos e outros invertebrados. Também caçam presas maiores, como roedores, lagartos, rãs e outros pequenos mamíferos.
Engolem a presa após matá-las, e após a digestão, vomitam o que não pode ser digerido, como pelos e ossos.
Por ser muito difícil conseguir esse tipo de presa, logo uma dieta substituta seria:
- Carcaças de frango cruas e frescas, com pele e gordura, e
- Outros tipos de carne por duas vezes por semana.
- Carne vermelha (sem gordura) e complemente com cálcio em pó ou ossos triturados.
- Ração de cachorro em um terço de sua alimentação.
Tudo é digerido quando são filhotes, necessitando assim de ossos, pele e tudo mais, logo vomitam o que sobra: pele e outros restos.
Carne bovina não é recomendada por ser de pouco valor nutricional e as descalcificam.
Comem também animais invertebrados aquáticos nos quais capturam durante o dia.
Se alimentam de pequenos mamíferos (roedores, morcegos ou gambás), pássaros como pombos, pardais, chupim, etc. anfíbios (rãs e sapos) e insetos e, geral.
Artigo de Clara Correa e Traduzido por Felipe Lobo.
Fonte: http://www.pajaros-caidos.blogspot.com.br/2010/01/dieta-de-las-distintas-lechuzas.html (Acessado em 19/06/2014 as 19:00).
[1] Foto de uma Corujinha do Mato. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Megascops_choliba-0.jpg (Acessado em 19/06/2014 as 19:00).
