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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Vídeos dos meus Passarinhos: Viveiro

De uns tempos para cá, eu resolvi filmar o cotidiano das aves que vivem aqui em casa e publica-los no Youtube. Eis aqui alguns dos vídeos feitos acerca do cotidiano deles, sendo que último vídeo é do pombo Pícles.


Vídeos dos meus Passarinhos: Fase I

De uns tempos para cá, eu resolvi filmar o cotidiano das aves que vivem aqui em casa e publica-los no Youtube. Eis aqui alguns dos vídeos feitos. Esse no caso é um vídeo de fotos.



domingo, 13 de março de 2016

Como os pássaros explicam a importância evolutiva do amor


Casal de pássaros conhecidos como mandarim (Taeniopygia guttata), que divide algumas características com os humanos, como escolher aleatoriamente os parceiros e estabelecer pares monogâmicos. (Wolfgang Forstmeier/Malika Ihle et al / PLoS Biology 2015/VEJA)
Ao menos para os pássaros, o amor parece ter uma significativa importância evolutiva. De acordo com um estudo publicado nesta semana no periódico científico PLos Biology, as aves que elegem seus parceiros têm 37% mais filhotes saudáveis do que aqueles que são "forçados" a se reproduzir com parceiros escolhidos pelos pesquisadores. De acordo com a análise, esse vínculo entre os parceiros garante uma probabilidade maior de transmissão de genes para as próximas gerações, o que poderia ser uma explicação para a existência do vínculo amoroso na espécie humana.

Somos um dos poucos animais que formam casais, relativamente monogâmicos e duradouros, por mais que isso pareça pouco lucrativo do ponto de vista evolutivo - seria bem melhor espalhar os genes ao se relacionar com vários parceiros. No entanto, de acordo com os pesquisadores, o vínculo amoroso poderia trazer o benefício da maior produção e sobrevivência da prole, além do cuidado dos filhotes.

Casais separados - Para isso, os cientistas do Instituto de Ornitologia Max Planck, na Alemanha, testaram 160 pássaros conhecidos como mandariam (Taeniopygia guttata) - espécie que dividem algumas características com os humanos, como escolher os parceiros de forma aleatória e estabelecer casais monogâmicos. Os cientistas deixaram metade das aves escolherem e ficarem com seus parceiros enquanto a outra metade foi separada dos pares e recebeu um novo companheiro para se reproduzir. Todos os casais foram deixados em aviários para a reprodução.

Ao final, os pesquisadores contabilizaram o número de embriões e de filhotes vivos. Entre os pássaros que puderam escolher e ficar com seus parceiros, o número final de embriões sobreviventes foi 37% maior do que aqueles que tiveram os pares designados pelos cientistas. Além disso, no grupo do "casamento forçado", os ninhos tiveram quase três vezes o número de ovos não fertilizados, uma quantidade maior de ovos perdidos ou enterrados e mais filhotes morreram após o nascimento em comparação com os outros casais.

Os machos - selecionados ou não por suas companheiras - deram atenção igual para as fêmeas. Elas, no entanto, foram menos receptivas e copulavam com menos frequência com os pares que não escolheram. O grupo de "casamento forçado" também se mostrou mais infiel do que os outros.

Segundo os autores, os pássaros escolhem algumas características no parceiro que, provavelmente, promovem a reprodução e ajudam no cuidado dos filhotes - aspecto fundamental para a transmissão genética. Ou seja, apesar de parecer inexplicável, o vínculo amoroso, conhecido na espécie humana, seria capaz de favorecer o sucesso da reprodução, trazendo benefícios evolutivos importantes para a perpetuação da espécie.

(Da redação)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/como-os-passaros-explicam-a-importancia-evolutiva-do-amor (Acessado em 13/03/2016 as 16:58).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Linguagem dos Mandarins

Na reportagem em anexo podemos ver os mandarins na natureza, seu comportamento, personalidade e sobre a capacidade de comunicação deles; que é objeto de estudos.

Mesmo quem não tem conhecimento na língua inglesa pode admirar a meiguice e a pureza desses passarinhos nas imagens.


Genoma de pássaro pode explicar origem da linguagem humana

Pesquisadores passaram a saber mais sobre o cérebro ao decodificar o genoma do diamante-mandarim, um pássaro cujos machos aprendem somente uma canção de amor de seus pais e a repetem por toda a vida.

Uma equipe liderada por Wesley Warren e Richard Wilson, da Washington University School of Medicine, em St. Louis, decodificaram o genoma do pássaro a um custo de cerca de 1 milhão de dólares, disse Warren. Isso é muito pouco em comparação aos US$ 10 milhões necessários há vários anos para decodificar o genoma da galinha.

Cerca de 50 laboratórios ao redor do mundo estão estudando o diamante-mandarim, muitos na esperança de obter pistas sobre como a linguagem humana é aprendida. Assim como os humanos e algumas outras espécies, esse pássaro pode imitar um som que ouve.

Os mecanismos desse aprendizado vocal parecem ser bem similares em pássaros e humanos, desde a anatomia do cérebro até os genes específicos. As pessoas com mutação num gene chamado FOXP2 possuem vários tipos de defeitos na fala, e os pesquisadores descobriram que pássaros nao conseguem cantar quando sua versão do gene tem problemas.

Com o genoma do diamante-mandarim em mãos, pesquisadores aprenderam que um número surpreendente dos genes do pássaro está envolvido no canto e na audição do canto de outros diamantes-mandarins. Cerca de 800 genes ficam mais ou menos ativos nos neurônios do pássaro durante o canto, afirmam os pesquisadores na edição atual da Nature .

"Agora que conhecemos mais sobre as células, vemos que elas emitem toda essa energia de transcrição", disse David Clayton, biólogo da University of Illinois e co-autor do relatório. Essa descoberta enfraquece a ideia de que o cérebro é relativamente estável em termos de atividade genética.

Enquanto o pássaro ouve um canto, os genes em seus neurônios estão produzindo um grande número de transcrições, ou cópias de genes. Mas essas transcrições não resultam nas células que estão produzindo proteínas da forma usual. Em vez disso, elas parecem modular a atividade de outros genes envolvidos na audição. "Esta é a primeira demonstração de que essas transcrições estão fortemente envolvidas e ativadas em tempo real", disse Clayton.

O sequenciamento do genoma do diamante-mandarim irá ajudar outros biólogos que estudam o pássaro. Além do aprendizado vocal, eles esperam entender a base genética de outros aspectos do comportamento do pássaro, como os cuidados dos pais, territorialidade e seleção de parceiros.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/genoma-de-passaro-pode-explicar-origem-da-linguagem-humana,4558ecafcd5ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html (Acessado em 09 de fevereiro de 2016 as 02:30).

Mandarim


O mandarim ou diamante-mandarim (Taeniopygia guttata) é um pequeno passeriforme, membro da família Passeridae. Este pássaro é originário da Australásia e é nativo da Austrália, Timor e Indonésia. Ocorre também em Portugal, Brasil, e nos Estados Unidos como espécie introduzida.

O mandarim é uma ave de pequeno porte, com 11 a 12 centímetros de comprimento. São aves muito gregárias e, na natureza, nunca estão longe do resto do bando ou do seu parceiro.

Os mandarins são brancos na barriga e cinzento mosqueado de preto no dorso e asas. A cauda é preta e branca. O bico é vermelho vivo. O mandarim macho se diferencia da fêmea por possuir manchas alaranjadas ou castanhas abaixo de cada olho. As fêmeas têm em geral o bico mais claro e os juvenis têm o bico marrom-escuro quase negro.

Na Natureza, o mandarim alimenta-se de sementes.

Distinção entre os sexos

Machos: Possuem manchas laranjas ou acastanhadas na zona das bochechas, listras no peito, o bico e as patas são avermelhados e cantam.

Fêmeas: Na zona das bochechas apenas possuem uma "lágrima", não possuem listras no peito, o bico e as patas são laranja claros e apenas piam.

Cativeiro

O mandarim é uma ave de fácil criação, indicada para criadores que estejam iniciando. Sua alimentação em cativeiro consiste em painço, alpiste, verduras (exceto laranja e alface), sendo as preferidas almeirão, couve, escarola, chicória e espinafre, mas existem várias outras misturas usadas pelos seus donos. Vivem aproximadamente oito anos.

Reprodução

A reprodução se inicia quando as aves possuem cerca de 3 a 4 meses, entretanto, o ideal é permitir o acasalamento depois dos 9 meses de vida, visando que terão melhores condições de choco e cuidados com os filhotes. Põem de 4 a 8 ovos, que eclodem em cerca de 12 dias. Após cerca de 2 semanas já se alimentam sozinhos e aos 18 dias começam a voar.

Logo em seguida o casal começa a preparar um novo ninho para outra postura. É aconselhável estabelecer um período para a reprodução que, por norma, se situa entre Setembro e Julho.

Mutação [1]

Há uma grande quantidade de mutações na espécie, já que em cativeiro podem ser obtidas por cruzamentos as mais diversas combinações. Sendo as mais comuns nas cores branco, castanho, variegado, busto-preto, busto-laranja, bico-vermelho e outras.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandarim_(p%C3%A1ssaro) Acessado em (07/01/2016 as 19:00).

[1] Modificado por Felipe Lobo.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Linhas Enroladas



ATENÇÃO: Alguns pensam que isso acontece somente em aves maiores como calopsitas ou pombos e eventualmente em pássaros que ainda estão no ninho.
O mandarim Algodão-doce estava com um problema na pata, mas como ele é muito rápido, é quase impossível pega-lo. Agora consegui pegar e vi que o que ele tinha na pata não era micose e sim uma linha que amarrou a pata dele e está bem inchada.

Levei ao veterinário e ele disse que conseguiu tirar com muita dificuldade, já que a linha entrou por dentro da patinha. Mesmo com anestesia ele está sofrendo muito e agora preciso constantemente limpar o ferimento com água oxigenada 10 Volumes e pomada Nebacetin; sem contar que ele não para de bicar a pata, o que piora a situação.