Mostrando postagens com marcador Passarinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Passarinho. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Vídeos dos meus Passarinhos: Viveiro

De uns tempos para cá, eu resolvi filmar o cotidiano das aves que vivem aqui em casa e publica-los no Youtube. Eis aqui alguns dos vídeos feitos acerca do cotidiano deles, sendo que último vídeo é do pombo Pícles.


Vídeos dos meus Passarinhos: Fase I

De uns tempos para cá, eu resolvi filmar o cotidiano das aves que vivem aqui em casa e publica-los no Youtube. Eis aqui alguns dos vídeos feitos. Esse no caso é um vídeo de fotos.



domingo, 13 de março de 2016

Como os pássaros explicam a importância evolutiva do amor


Casal de pássaros conhecidos como mandarim (Taeniopygia guttata), que divide algumas características com os humanos, como escolher aleatoriamente os parceiros e estabelecer pares monogâmicos. (Wolfgang Forstmeier/Malika Ihle et al / PLoS Biology 2015/VEJA)
Ao menos para os pássaros, o amor parece ter uma significativa importância evolutiva. De acordo com um estudo publicado nesta semana no periódico científico PLos Biology, as aves que elegem seus parceiros têm 37% mais filhotes saudáveis do que aqueles que são "forçados" a se reproduzir com parceiros escolhidos pelos pesquisadores. De acordo com a análise, esse vínculo entre os parceiros garante uma probabilidade maior de transmissão de genes para as próximas gerações, o que poderia ser uma explicação para a existência do vínculo amoroso na espécie humana.

Somos um dos poucos animais que formam casais, relativamente monogâmicos e duradouros, por mais que isso pareça pouco lucrativo do ponto de vista evolutivo - seria bem melhor espalhar os genes ao se relacionar com vários parceiros. No entanto, de acordo com os pesquisadores, o vínculo amoroso poderia trazer o benefício da maior produção e sobrevivência da prole, além do cuidado dos filhotes.

Casais separados - Para isso, os cientistas do Instituto de Ornitologia Max Planck, na Alemanha, testaram 160 pássaros conhecidos como mandariam (Taeniopygia guttata) - espécie que dividem algumas características com os humanos, como escolher os parceiros de forma aleatória e estabelecer casais monogâmicos. Os cientistas deixaram metade das aves escolherem e ficarem com seus parceiros enquanto a outra metade foi separada dos pares e recebeu um novo companheiro para se reproduzir. Todos os casais foram deixados em aviários para a reprodução.

Ao final, os pesquisadores contabilizaram o número de embriões e de filhotes vivos. Entre os pássaros que puderam escolher e ficar com seus parceiros, o número final de embriões sobreviventes foi 37% maior do que aqueles que tiveram os pares designados pelos cientistas. Além disso, no grupo do "casamento forçado", os ninhos tiveram quase três vezes o número de ovos não fertilizados, uma quantidade maior de ovos perdidos ou enterrados e mais filhotes morreram após o nascimento em comparação com os outros casais.

Os machos - selecionados ou não por suas companheiras - deram atenção igual para as fêmeas. Elas, no entanto, foram menos receptivas e copulavam com menos frequência com os pares que não escolheram. O grupo de "casamento forçado" também se mostrou mais infiel do que os outros.

Segundo os autores, os pássaros escolhem algumas características no parceiro que, provavelmente, promovem a reprodução e ajudam no cuidado dos filhotes - aspecto fundamental para a transmissão genética. Ou seja, apesar de parecer inexplicável, o vínculo amoroso, conhecido na espécie humana, seria capaz de favorecer o sucesso da reprodução, trazendo benefícios evolutivos importantes para a perpetuação da espécie.

(Da redação)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/como-os-passaros-explicam-a-importancia-evolutiva-do-amor (Acessado em 13/03/2016 as 16:58).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Canário Gloster


O Canario Gloster Fancy, simplesmente chamado de Gloster, também é um Canario Belga, tem o nome científico de Serinus canaria domesticus e é a escolha perfeita para um iniciante, pois ele é animado, muito resistente e procriará facilmente desde que seja cuidado da forma correta. Como a maioria dos canários, ele basicamente é uma ave de gaiola, mas bastante agradável de se observar. Eles têm um canto agradável, apesar de pessoas que preferem um canário de canto, poderão achá-lo um pouco mais alto e instável do que aquilo que procuram.

Como “tipo de Canário”, o Canario Gloster é procriado e procurado mais pelo seu aspeto físico do que a sua cor ou canto. Estes passarinhos atraentes têm um corpo compacto, arredondado e são bastante animados e atrevidos.

Na verdade, existem duas versões do Canário Gloster, o pássaro com crista (mostrado acima) é conhecido como “Corona” enquanto o pássaro de cabeça simples é conhecido como o “Consort”. Embora a versão com crista é favorecida em shows, ambos os tipos são de igual importância na propagação da raça. Exceto pelas penas na cabeça, os corpos possuem as mesmas características para as duas versões desta ave.

Distribuição do Canario Gloster

O Canario Gloster é uma raça relativamente nova. Ao contrário de raças mais velhas, o desenvolvimento do Canario Gloster na Inglaterra, em meados da década de 1920 foi bem documentado, indicando que é uma mistura cuidadosa de três raças, duas sendo o Canário Crested (que também tem uma “crista”) e o Canario Border Fancy.

O Canario Gloster foi o resultado de tentativas de desenvolver uma raça de crista em miniatura. Sra. Rogerson’s de Cheltenham em Gloucestershire (cidade homônimo da raça) cruzou Canários Roller de Crista com Canários Border, enquanto John McLay, um conhecido criador e avaliador de Canários de Crista na Escócia, cruzou pequenos Canários de Crista com outros pequenos Canários Border.

Na exposição de Crystal Palace em 1925, o avaliador AW Smith reconheceu a linhagem original de Mrs. Rogerson como uma nova, única e distinta raça. Ele incentivou o desenvolvimento do Gloster através das três raças diferentes, e mais tarde ele desenvolveu os primeiros padrões da raça.

Características Físicas do Canario Gloster

O Canario Gloster Fancy é um pequeno e atarracado canário, atingindo cerca de 11,5 cm de comprimento. Ele é um canário animado, ativo, e orgulhoso. O Canario Gloster Corona deverá ter uma crista circular simétrica em um ponto central. A crista não deve ter interrupções, irradiar uniformemente ou cobrir os olhos. A cabeça do Consort (sem crista) não deve ser muito pequena e deve revelar a leve sobrancelha.

A plumagem do Gloster ocorre em todas as cores e marcas, com exceção dos fator vermelho. Verde e canela são duas variedades populares, junto com Canários castanhos, sendo os favoritos nos shows da espécie. Qualquer coloração vermelha em seus corpos será rejeitada em shows.

A Alimentação do Canario Gloster

Canários gostam de espaços abertos, logo a gaiola deve ser espaçosa. Deve ter barras verticais e pequenos poleiros de tamanho variado para ele pousar. Ter pelo menos um poleiro no alto da gaiola para o canário dormir. A gaiola deve ser colocada no alto da parede, de modo que o canário possa olhar para baixo.

Canários comem sementes, principalmente alpiste e painço. Sementes revestidas de misturas vitamínicas estão prontamente disponíveis nas lojas de animais. Verduras também são apreciadas e podem ser oferecidas juntamente com um pouco de cálcio sob a forma de osso de siba.

Eles gostam de banhos, por isso devem tomar banhos ocasionalmente. A limpeza da gaiola e o aparo das unhas é toda a manutenção que um canário precisa.

Comportamentos Sociais do Canario Gloster

Eles são criaturas sociais, com um bom comportamento e sentem-se bem quando mantidos em gaiolas ou em aviários. Apesar disso, são aves tímidas e não devem ser alojados com as Calopsitas ou aves que tendem a ser aves mais agressivas por natureza.

Canários machos devem ser mantidos sozinhos em sua gaiola, isso irá assegurar a qualidade de seu canto. Os machos podem ser territorialistas e juntar dois canários machos em uma gaiola pode causar brigas. Em um espaçoso aviário geralmente podem ser alojados com outros canários e outras aves de bico reto.

Canários não necessitam de brinquedos, espelhos ou qualquer outra forma de entretenimento, um balanço é tudo que eles precisam para manter-se ocupados. Na maioria das vezes, os canários são simplesmente apreciados por sua beleza e canto. No entanto, alguns donos deixam que seus canários fiquem fora de sua gaiola, para pousar e, portanto, necessitam de treinamento.


Criando e Reproduzindo o Canario Gloster

Canários Gloster reproduzem facilmente e rapidamente desde que tenham uma boa qualidade de alimentos, iluminação, ambiente seguro, e saúde física. Eles se reproduzem melhor em gaiolas de criação individuais do que em aviários coletivos.

O Canario Gloster não é diferente dos canários de cor ou qualquer outra variedade de canário quando falamos em reprodução; com uma exceção: Glosters só devem ser reproduzidos entre as variedades de crista com o sem crista. Outros casais poderiam criar um fator letal, que causaria a morte dos filhotes, e também há relatos de aves carecas ou com cristas feias e sem penas.

Eles colocam seus ovos em um ninho no formato de taça. A fêmea irá botar de 3 a 6 ovos, um por dia. A época de reprodução é geralmente de Julho a Dezembro; sendo melhor permitir apenas dois ciclos reprodutores por ano.

Potenciais Problemas da Criação de Canario Gloster

Estas aves são resistentes e saudáveis, desde que tenham com um bom ambiente e uma boa dieta. Evite um ambiente que seja úmido, frio ou tenha correntes de ar. Um problema que ocasionalmente surge com Canários Glosters são protuberâncias de penas. Protuberâncias de penas são uma pena encravada, onde a pena tenta crescer, mas não consegue “rasgar” a pele, de modo que ela irá crescer para dentro.

Fonte: passarosexoticos.net (Acessado em 09/01/2016 as 21:00). APAGADO

Atualizado: https://casadospassaros.net/canario-gloster/ (Acessado em 03/11/2017 as 03:00).

Sobre os Manons


INSTINTO MATERNAL

Nenhum pássaro chega perto do instinto maternal do Manon. A fêmea fica tão atenta cuidando dos filhotes, que qualquer um pode abrir a gaiola e assistir ao espetáculo que ela dá, tanto para chocar os ovos,como para alimentar os filhotes depois de nascidos.

Muitos criadores de outras espécies, costumam comprar um Manon para auxiliá-los na procriação de outras espécies, pois algumas não chocam e também jogam seus ovos fora do ninho, como o Diamante de Gould, o Bico-de-Lacre e outros. A Manon neste caso, é uma excelente ama-seca. Cuida tão bem dos seus filhotes, como de outros pássaros menos dedicados.

REPRODUÇÃO

Por ser uma espécie que reproduz o ano inteiro, diferente de outras aves, faz do Manon uma ave muito procurada. Outro fator é por ser uma espécie que amadurece muito cedo. A espécie põe de 6 a 8 ovos, quase o dobro que os Canários.

Os filhotes de Manon são muito resistentes, além do que não exigem muitos cuidados e sobrevivem com facilidade.

As lojas especializadas em aves, vendem essa espécie muito barata, justamente pela facilidade de reprodução.

Adultos e crianças, adoram presentear e serem presenteados com o Manon. Para quem compra é a oportunidade de ter uma animalzinho de estimação ou dá-lo de presente para alguém querido, sem precisar ficar juntando dinheiro.

MUTAÇÕES

A maioria dos Manon tem cores sóbrias. Suas cores variam entre o negro-marrom, sendo o capuz em marrom escuro ou quase negro e o corpo em mescla bege e branco. Existem os de penas frisadas, o albino, o arlequim, que é branco com marcações pretas.

Nas competições o Manon costuma ser a espécie mais presente e isso se explica pela facilidade de reprodução que acaba favorecendo o aparecimento de bons exemplares

TEMPERAMENTO E DOENÇAS

Todos que possuem o Manon, são unânimes em dizer que é uma espécie calma, ainda que se aproximem dele.

Mais ainda que isso seja verdadeiro, o Manon não deve ser manipulado fora da gaiola, pois fugirá na certa.

Outra característica é que o Manon não canta. Nem macho, nem fêmea.O macho costuma dar umas leves e baixas cantaroladas, apenas quando faz a côrte para a fêmea. Já a fêmea emite somente uns piados muito tímidos. Tanto é, que nas competições, essa espécie não entra com o canto em julgamento. Somente a qualidade da cor das penas, as proporções do corpo e o porte é que são levados em consideração.

O Manon é um pássaro muito ativo e gosta de ficar indo pra lá e pra cá, assim como ficar grudado nas grades da gaiola. Outra característica dessa espécie é a convivência em harmonia com outras espécies. Com o Manon, não existe brigas.

Outro fascínio que fazem os criadores o adorarem é por serem muito resistentes as doenças. Para evitar por exemplo, que eles tenham doenças respiratórias, é não deixá-lo em locais com correntes de ar.

Outra doença comum é a enterite, uma inflamação intestinal, que também ataca outros pássaros como os Mandarins e os Diamante de Gould.

Geralmente são causadas por bactérias ouprotozoários e provocam diarréias fortes. Se não tratado a tempo,(o tratamento é feito com antibiótico)o Manon pode morrer de um diapara o outro com essa doença.

A prevenção é feita com uma solução de 2 militros de água sanitária, diluídas em 1 litro de água e com ela, lavar os bebedouros, duas vezes por semana e as bandejas e comedouros, uma vez por semana.

O ninho deve ser limpo sempre que estiver sujo e depois pode ser lavado com a mesma solução.

Quando for fazer essa operação limpeza, é preciso retirar o Manon para outro ninho, para que o cheiro da água sanitária não o afete.


SEXO E FAMÍLIA

Essa é uma tarefa muito difícil, pois não existe diferença de cor e nem de tamanho entre machos e fêmeas dessa espécie.só os criadosres muito experientes conseguem fazê-lo, e assim mesmo, ainda se cofundem.

Praticamente a única diferença é do cnto do manon. As fêmeas só piam e os machos cantam, mas com volume baixo.

Quem tem muitos passarinhos em um único viveiro, talvez consiga identificar o macho por perceber que ele estufa as penas quando está cortejando a fêmea, mas tem muita gente que ainda coloca dois machos juntos em uma gaiola, achando que formou um casal.

Outra coisa importante é não deixar que a espécie se reproduza cedo demais, ainda que atinja a maturidade sexual cedo, pois isso poderá acarretar no nascimento de pássaros muito pequenos e frágeis. O ideal é aguardar uns 8 meses.

Quando nascem os filhotes, praticamente todos eles têm codições de sobrevivência, se forem bem cuidados. O Manon cuidará sozinho de seus filhotes por 40 dias. O ideal é só separá-los quando tiverem condições de comerem sozinhos.

O Manon pertence à família dos Estrildídeos, do qual fazem parte o Bavette, Diamante de Gould, Mandarim, Degolado e o Bico-de-lacre. Todas essas espécies são de péssimos cantores, principalmente se comparados aos pássaros silvestres.

ALIMENTAÇÃO E HIGIENE

A principal alimentação do Manon, são todas as espécies de sementes, como o alpiste.

É preciso retirar a cada dois dias as cascas das sementes que vão ficando ao fundo do comedouro, pois o Manon não cisca e isso o impede de e alimentar direito ou até morrer de fome.

Para completar a alimentação, pode-se dar couve, almeirão, escarola. O alface está proibido.

A maçã é uma fruta saudável para o Manon e o jiló e o pepino de legumes podem complementar a alimentação.

Durante a muda das penas, pode ser oferecida a farinhada, duas vezes por semana. No início do período reprodutivo, a farinhada também é muito importante e nessa epóca, pode ser oferecida diariamente, só não pode permanecer na gaiola, pois azeda, por isso, deve ser retirada ao final de cada dia.

O Manon também adora um banho, principalmente nos dias quentes, que devem levar pelo menos duas horas.

Coloque uma bacia com água limpa para o banho e deixe que ele se delicie no frescor da água. Procure fazer isso no horário mais quente do dia

Fonte: http://passarosdovale.no.comunidades.net/manon (Acessado em 09/01/2016 as 11:30).

Linguagem dos Mandarins

Na reportagem em anexo podemos ver os mandarins na natureza, seu comportamento, personalidade e sobre a capacidade de comunicação deles; que é objeto de estudos.

Mesmo quem não tem conhecimento na língua inglesa pode admirar a meiguice e a pureza desses passarinhos nas imagens.


Manon


O manon (Lonchura striata domestica) é um pequeno pássaro doméstico popular da ordem Passeriforme, membro da subfamília Estrildinae.

Este pássaro é originário da China. Possui aproximadamente 11 centímetros de comprimento. Sua coloração varia do preto ao branco, passando pelo marrom e canela. Existem de cores puras (como canela, preto, albino), de penas frisadas, e arlequim, que é branco com marcações pretas. As cores também podem se misturar, formando até mesmo pássaros tricolores.

Origem

Sua origem se deve a uma seleção de criadores japoneses a partir da espécie silvestre chinesa Lonchura striata, que é muito rara hoje em dia.

O nome manon vem da designação francesa, Moineau du Japon (pardal do Japão). Na Inglaterra é conhecido por 'Bengalese e nos Estados Unidos por Society Finch.

Características

O manon não apresenta diferenças entre macho e fêmea, a não ser pelo canto discreto que possui o macho.

Costumam cuidar muito bem de seus filhotes. Não rejeitam ovos nem filhotes quando há interferências externas, como quando o criador abre seu ninho (que geralmente é uma caixa de madeira com uma tampa em cima).

Essa característica os torna muito importantes para a criação de outras aves que não se reproduzem com facilidade em cativeiro, em especial o diamante-de-gould. Os casais de manons são usados como amas-secas para chocar os ovos e cuidar dos filhotes de outras espécies.

O tempo de incubação dos ovos varia de 12 a 18 dias

Alimentação

A principal alimentação do manon são todas as espécies de sementes, como o alpiste. Pode-se dar couve, almeirão, escarola, jiló e pepino, exceto alface.

Durante a muda das penas, pode ser oferecida a farinhada, duas vezes por semana. No início do período reprodutivo, a farinhada também é muito importante e nessa época, pode ser oferecida diariamente, só não pode permanecer na gaiola, pois azeda, por isso, deve ser retirada ao final de cada dia.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Manon_(p%C3%A1ssaro) Acessado em (07/01/2016 as 19:20).

Mandarim


O mandarim ou diamante-mandarim (Taeniopygia guttata) é um pequeno passeriforme, membro da família Passeridae. Este pássaro é originário da Australásia e é nativo da Austrália, Timor e Indonésia. Ocorre também em Portugal, Brasil, e nos Estados Unidos como espécie introduzida.

O mandarim é uma ave de pequeno porte, com 11 a 12 centímetros de comprimento. São aves muito gregárias e, na natureza, nunca estão longe do resto do bando ou do seu parceiro.

Os mandarins são brancos na barriga e cinzento mosqueado de preto no dorso e asas. A cauda é preta e branca. O bico é vermelho vivo. O mandarim macho se diferencia da fêmea por possuir manchas alaranjadas ou castanhas abaixo de cada olho. As fêmeas têm em geral o bico mais claro e os juvenis têm o bico marrom-escuro quase negro.

Na Natureza, o mandarim alimenta-se de sementes.

Distinção entre os sexos

Machos: Possuem manchas laranjas ou acastanhadas na zona das bochechas, listras no peito, o bico e as patas são avermelhados e cantam.

Fêmeas: Na zona das bochechas apenas possuem uma "lágrima", não possuem listras no peito, o bico e as patas são laranja claros e apenas piam.

Cativeiro

O mandarim é uma ave de fácil criação, indicada para criadores que estejam iniciando. Sua alimentação em cativeiro consiste em painço, alpiste, verduras (exceto laranja e alface), sendo as preferidas almeirão, couve, escarola, chicória e espinafre, mas existem várias outras misturas usadas pelos seus donos. Vivem aproximadamente oito anos.

Reprodução

A reprodução se inicia quando as aves possuem cerca de 3 a 4 meses, entretanto, o ideal é permitir o acasalamento depois dos 9 meses de vida, visando que terão melhores condições de choco e cuidados com os filhotes. Põem de 4 a 8 ovos, que eclodem em cerca de 12 dias. Após cerca de 2 semanas já se alimentam sozinhos e aos 18 dias começam a voar.

Logo em seguida o casal começa a preparar um novo ninho para outra postura. É aconselhável estabelecer um período para a reprodução que, por norma, se situa entre Setembro e Julho.

Mutação [1]

Há uma grande quantidade de mutações na espécie, já que em cativeiro podem ser obtidas por cruzamentos as mais diversas combinações. Sendo as mais comuns nas cores branco, castanho, variegado, busto-preto, busto-laranja, bico-vermelho e outras.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mandarim_(p%C3%A1ssaro) Acessado em (07/01/2016 as 19:00).

[1] Modificado por Felipe Lobo.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Linhas Enroladas



ATENÇÃO: Alguns pensam que isso acontece somente em aves maiores como calopsitas ou pombos e eventualmente em pássaros que ainda estão no ninho.
O mandarim Algodão-doce estava com um problema na pata, mas como ele é muito rápido, é quase impossível pega-lo. Agora consegui pegar e vi que o que ele tinha na pata não era micose e sim uma linha que amarrou a pata dele e está bem inchada.

Levei ao veterinário e ele disse que conseguiu tirar com muita dificuldade, já que a linha entrou por dentro da patinha. Mesmo com anestesia ele está sofrendo muito e agora preciso constantemente limpar o ferimento com água oxigenada 10 Volumes e pomada Nebacetin; sem contar que ele não para de bicar a pata, o que piora a situação.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Liberacão de AVES que foram criadas por Humanos


Por Clara Correa, Quarta, 22 de fevereiro de 2012 às 12:34.
Tradução e Adaptação: Felipe Lobo.

DOCUMENTO DE LIBERAÇÃO: 

São muitos os fatores que devemos considerar na hora de liberar aves que foram criadas com pessoas:
1. Que saiba comer sozinha e procurar por seu próprio alimento, para isso deve ser treinada, (não comer em potinhos, e sim o alimento encontrado no chão). Por exemplo: que coma sozinha no chão e tome água numa poça.

2. Que treine seu VOO, no mínimo uma ou duas semanas antes de ser liberado, (deve treinar em local fechado e amplo) onde não saia voando em disparada na primeira tentativa! Seria importante nesse passo possa ter alguma interação com outras aves de sua espécie. Pode deixar numa gaiola aberta as intempéries, para que sinta o frio, a chuva e os ventos.

3. NÃO deve ser manso! Deve ser astuto e rápido, para que possa escapar de predadores. As aves em liberdade competem constantemente com outras aves, devem ser rápidas. É importante que não toque muito nela, para que não se amansem e não fique em permanente contato com humanos.

4. Certamente deve encontrar-se em perfeito estado de saúde!

5. EM LIBERDADE deixe em zonas com a menor quantidade de perigos possível.

Deixo um documento extenso, mas SUPER IMPORTANTE para elas: 

Há vários fatores em conta, na hora de pensar em liberar uma ave que foi alimentada por HUMANOS desde filhote ao invés de seus pais.

SITUAÇÃO da ave: Cada um de vocês devem responder a si mesmo o estado que se encontra a ave que está pensando em liberar, para logo fazer o processo de liberação, se isso é possível, PRESTANDO MUITA ATENÇÃO aos níveis de ‘silvestrismo’ em que se encontra a ave. Nos responda as seguintes perguntas:

- É selvagem?
- É atenta?
- É arisca? 
- É ágil?
- ESTÁ em bom estado físico?
- ESTÁ em bom estado de saúde?
- Vem até nós?
- Come em um comedouro?
- Toma água em um pote?
- Está em uma gaiola?

O PROCESSO DE LIBERAÇÃO DEVE LEVAR EM CONTA:

 - Distância (relativa, já que qualquer mudança brusca pode deixar a ave estressada, na qual logo não se recuperará)

- Possa buscar por seu alimento sozinha somente na parte debaixo do local, como por exemplo; na cozinha, banheiro, área de serviço, um armário hermeticamente fechado.

- Procurar um logar onde possa ficar sozinha e independente de nós, e que a ave busque sozinha por seu alimento, sem que seja necessário darmos em um prato. Água em uma vasilha num lugar amplo.

 - INDISPENSÁVEL A PRÁTICA DE VOO, rápido, alerta e atento observador.


Imagine que que possa fugir de predadores, deve ser rápida em seu vôo para subir, abaixar e planar, deve ser rápido para encontrar comida, e saber onde encontrar alimento e água. Além disso deve saber se refugiar de balas (atiradores), estilingues e de crianças que os caçam, etc.

 - ONDE?

O ideal é em um lugar onde possam encontrar exemplares iguais e que tenha comida em abundância e água para ser encontrada com facilidade.

 - QUANDO?

Nunca em épocas chuvosas ou ventanias, etc. Já que isso somado ao estresse que sofrem ao libera-los o debilitará muito. NUNCA EM ÉPOCA DE FESTAS ONDE O USO DE FOGOS DE ARTIFÍCIO É CONSTANTE, esta resulta em alto grau de estresse para todos os animais, e em especial as aves, que levantam voos em disparada, pelo medo que possuem e voam as cegas (quase sempre as explosões acontecem durante a noite) e as aves diurnas não conseguem ver e podem chocar-se em algo que resulte em lesões graves ou morrem. 

Tenha em conta que a ave já está estressada e lutando por sua sobrevivência em liberdade.

O ideal é que logo no começo da manhã já bem alimentado e dessa forma terá muitas horas para reconhecer o território, encontrar seu lugar, encontrar comida, água, etc. Sabemos que aves diurnas não podem voar a noite, porque simplesmente não veem.

Atualmente em meio problemática ambiental em que vemos em relação a fauna, que inclui a caça discriminada, o tráfico ilegal de espécies silvestres (onde também o IBAMA faz a “lavagem” de animais apreendidos como nascidos em cativeiro e desviado para criadores comerciais) e em perigo de extinção, devemos ter também em conta esse fator na hora da liberação.

INCLUÍMOS UM TEXTO DESCRITIVO QUE NOS VALE DE REFERÊNCIA

O processo de liberação depende do tempo que a ave esteve em cativeiro, quanto maior esse tempo, maior será o prazo necessário para que o pássaro adapte-se novamente ao seu habitat.

Mas quando é um caso de uma ave que vive desde que nasceu numa gaiola, a adaptação a natureza é muito mais difícil, ou até impossível, já que adquiriu hábitos de vida no qual será difícil se desprender.

Leve em consideração que uma ave em cativeiro sempre teve quase todas as facilidades necessárias para viver, como água, abrigo, lugar para aninhar-se, etc. O que faz que a ave se torne incapaz para sobreviver de forma independente.

Quando essas aves são liberadas ou lançadas ao meio ambiente sem ter em conta o seu estado, morrem rapidamente e as causas podem ser várias:

- Incapacidade para buscar alimento e consequentemente morrem de fome.

- Rejeição de outras aves de sua espécie, que graças ao seu instinto natural, as identificam como intrusa e impede que se aproxime ou se relacione com outras aves.

- O mais comum é que não conhece os perigos que podem encontrar e facilmente caem diante de predadores.

Por isso recomenda-se levar as aves a entidades ambientais (sérias e mesmo assim depende da espécie) para que ali se realize o devido processo antes de sua liberação, onde consiste em adaptar aos poucos essas espécies em seu meio natural.

 Fonte: http://www.avesyturismo.com/liberacion-de-aves.html (Acessado em 03/01/2013 as 20:50).

Como nessas regiões não conhecemos ENTIDADES AMBIENTAIS, isso terá que ser feito por nós, que realizaremos o processo de liberação.

Após ter lido esse relatório, lembre-se se está claro e se possui alguma dúvida.

Boa Sorte!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O que fazer em caso de tempestades?

Aproximam-se tempestades em boa parte do Hemisfério Sul!
.
Se na chuva encontrar uma ave desprotegida, JAMAIS a tire do ninho e nem intervenha, a não ser que sua vida corra perigo. Nesse caso, siga os seguintes passos:
.

1) Resgate a ave e a cubra com um pano.
.
2) Seque a ave e coloque-a em local seco, limpo e fechado, para que não voe em disparada.
.
3) Se estiver com hipotermia, dê calor a ave (algumas explicações aqui).

.
4) Quando a ave estiver calma, dê três gotinhas de mel diluídas em água, com o cuidado de não afogar-la
.
5) Colocar-la em um local calmo, para que ela se tranquilize.

.
6) Quando parar a chuva e o tempo melhorar (depende, se for por uma ou duas horas, não faça muito mais), caso não pare até o dia seguinte, ofereça alimento dependendo da espécie.
.
7) Quando melhorar o tempo, veja se só estava molhado, e observe antes se não tem feridas ou golpes)
_________________________________________________________________________ 

Adulto: Liberar no mesmo local de onde o encontrou.
.
Juvenil: Siga o mesmo caso do adulto, mas deixe-o em local seguro sob sua vigilância e um pouco distante, para ver ser há um ninho ou se seus pais estão por perto (eles encontram pelos piados). Caso isso não aconteça, siga o procedimento para filhotes.
.
Filhote: Começar a etapa de cria, faça uma nova publicação na linha do tempo do refúgio relatando o caso e com uma foto da ave, para que os voluntários orientar.
.
Qualquer dúvida ou um caso mais grave, consulte um veterinário ESPECIALIZADO EM AVES
.
Fonte: Facebook do Refugio de Aves Pájaros Caídos (Acessado em 17/01/2013 às 09:00). Traduzido e adaptado por Felipe Lobo.