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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Periquito-australiano


O periquito-australiano ou periquito-comum (Melopsittacus undulatus) é uma pequena espécie de ave psitaciforme de cauda longa pertencente à família Psittacidae que se alimenta de sementes e é a única espécie do gênero Melopsittacus. Foi registrada pela primeira vez em 1805, e hoje é o terceiro animal de estimação mais famoso no mundo, atrás somente do cachorro e do gato.

Na natureza vivem em grandes bandos, sendo que outra característica é o fato de emitirem vários sons durante o voo e quando estão repousando em galhos de árvores. Em condições climáticas favoráveis, é possível verificar uma grande colônia de periquitos ali habitando. Caso o espaço anterior venha a se tornar seco, tendem a migrar para áreas mais frescas e com maior abundância de grãos e sementes.

O periquito-australiano está intimamente ligado com o Lóris e o Papagaio-do-figo. Eles pertencem ao grupo de periquito, um termo não taxonômico que se refere a qualquer papagaio de pequeno porte com cauda longa,plana e cônica. Tanto em cativeiro quanto na natureza se reproduzem de forma oportunista e em pares.

Taxonomia

O periquito foi pensado para ser a ligação entre os gêneros Neophema e Pezoporus, baseado na plumagem compacta. No entanto, estudos filogéneticos recentes que utilizam sequências de DNA constataram que o periquito é próximo ao Lóris e os Papagaio-do-figo.

Características

Os periquitos-australianos são aves pequenas, com uma envergadura média de 18 cm . As fêmeas são ligeiramente mais pesadas podendo ter entre 24 e 40 gramas, enquanto os machos selvagens entre 22 e 34 gramas. Em estado natural, os periquitos são visivelmente menores do que aqueles domesticados. Esta espécie em particular de papagaio está disponível em várias cores quando em cativeiros (como azul, cinza, amarelo, cinza-esverdeado, violeta e branco).

Suas penas em habitat natural apresentam tons esverdeados cintilantes e faixas com tons de preto em diversos formatos, começando da cabeça até a cauda, geralmente ocorrendo somente na parte de cima da ave. Da face até um pouco pra cima do bico, é em tons de amarelo. Exibem pequenas manchas roxas em suas bochechas e uma série de três manchas pretas nos cantos do pescoço (chamadas de pontos da garganta). A cauda tem tons de cobalto (azul-escuro), com algumas penas amarelas. Suas asas é composta em partes preta-esverdeadas, riscos pretos com algumas camadas amarelas e pontos amarelos centrais que só aparecem quando as asas estão estendidas. Suas pernas variam em tons de cinzas a vermelho. Como a maioria das espécies da família Psittacidae, sua plumagem é fluorescente quando exposta á luzes ultravioletas.

Seu bico não se projeta muito, graças ao grande volume de pena que o encobre, sendo que a parte superior é muito maior do que a parte inferior. Com uma ponta afiada, permite que a ave agarre e pegue pequenos pedaços de alimentos como frutas e legumes.As unhas dos pés são compridas formando uma garra.

O periquito-australiano é uma das duas únicas espécies de aves psitaciformes verdadeiramente domesticadas pelo homem (a outra é o inseparável-de-faces-rosadas). A espécie é alvo de selecção artificial e reprodução em cativeiro desde a década de 1850. Os periquitos-australianos podem aprender a falar. A ave doméstica registrada com o maior vocabulário foi um periquito-australiano chamado Puck.

Reprodução

Os periquitos-australianos não apresentam nenhum tipo de dimorfismo sexual à primeira vista, mas quando as aves já estão na fase adulta é possível diferenciar o sexo através da cor da cera, uma estrutura presente acima do bico onde se localizam as duas narinas, sendo a da fêmea marrom e a do macho azul-púrpura. Algumas aves fêmeas apenas demonstram a cera marrom na época de reprodução, enquanto no resto do ano ficam com a cor mais esbranquiçada. Os machos albino e lutino ficam com essa parte púrpura-rosado pelo resto da vida, parecendo que não se desenvolveram. Um fator importante que diferencia um adulto de uma cria é a íris dos olhos: a do adulto é branca em volta e preta no meio, a da cria é totalmente preta.

Geralmente é fácil identificar o sexo logo após a ave completar 6 meses de idade quando estão aptos para a reprodução através da cor da cera, mas seu comportamento e sua cabeça também ajudam. O filhote passa a ficar mais agitado e barulhento, e o volume de pena na parte de cima aumenta.

Em um macho maduro a cera é azul-púrpura, mas em algumas mutações como o Amarelos de Olhos Preto e Arlequim Recessiva Dinamarquês a cabeça é mais arredondada e a cera semelhante a de um albino ou lutino. O machos são geralmente mais alegres, namoradores, extrovertidos e tendem a fazer mais barulho que as fêmeas.

A cera da fêmea é rosada ou esbranquiçada e muda para marrom com uma textura mais grossa na época de reprodução e muitas vezes apresenta penas nas costas mais compactas e menos volumosas. As fêmeas são altamente dominantes e mais intolerantes socialmente.

A reprodução na natureza geralmente ocorre entre junho e setembro, no norte da Austrália, e entre agosto e janeiro, no sul. Eles demonstram sinais de afeição entre si ao alimentarem uns aos outros. Para isso, eles primeiro comem a comida e logo depois a regurgitam no bico do outro. As superpopulações aparecem quando há um aumento de disponibilidade de água. Seus ninhos são feitos em buracos de árvores, postes ou troncos caídos no chão. São postos de 4 a 6 ovos, que levam de 18 a 21 dias para se desenvolverem e eclodirem.

A maior parte das espécies de papagaios necessitam de um árvore oca para se reproduzirem. Devido a este comportamento natural, os periquitos reproduzem-se mais facilmente em um ninho de tamanho razoável. Os ovos geralmente têm de 1 a 2 centímetros de comprimento e são branco-perolados. As fêmeas da espécie podem colocar ovos mesmo quando não há um macho, mas estes não são fertilizados, portanto não eclodem. A postura de ovos ocorrem em dias alternados. Logo após o primeiro ser posto, pode levar de 2 a 3 dias para o próximo.

Visão

Como muitos pássaros, os periquitos tem visão de cores tetracromática, mas com todas as células dos quatro cones operando simultaneamente recebendo o espectro fornecido pela luz solar. O espectro ultravioleta ilumina as suas penas, sendo essa uma forma de atrair parceiros. Os pontos pretos na garganta do periquito são capazes de refletir raios UV e podem ser usados para distinguir as aves entre si.

Mutações

Os periquitos ondulados como também são conhecidos apresentam uma enorme variedade de mutações do "original" verde: Verde Claro, Azul, Factor Escuro, Cinzento, Violeta, Face Amarela tipo I e tipo II, Opalino, Saddleback, Spangle, Spangle Melânico, Canela, Fallow, Lutinos e Albinos, Diluídos, Asas Claras, Asas Cinzentas, Arco Íris, Corpos-Claro, Arlequim Australiano, Rémiges Claras, Arlequim Holandês, Arlequim Dinamarquês, Amarelos e Brancos de Olhos Preto, Slate, Antracite, Face Preta, Periquitos de Poupa, O Mottle, Bicolores, Frisados, Feather Duster e diversas, para não dizer infinitas, combinações entre estas mutações.

Alimentação

Os periquitos-australianos alimentam-se quase exclusivamente de sementes de gramíneas, quando em estado natural. São de hábitos diurnos, já que de dia buscam comida para alimentar seus filhotes, e de noite descansam, sendo muito importante para eles dormir, pois se não fizeram isto de uma forma correcta poderá ocasionar vários problemas de saúde, principalmente quando domesticados. Em cativeiro, a dieta é complementada com verduras, frutas, farinhadas e outros complementos alimentares. Verduras que comem: chicória molhada, espinafre; Frutas que comem: banana, laranja. Recomenda-se não dar em hipótese alguma abacate e semente de maçã, pois contém substâncias nocivas para a saúde dos periquitos-australianos.

Distribuição da espécie

O periquito faz parte da fauna australiana. Eles colonizaram a maior parte do continente australiano, exceto a parte do extremo sudoeste, no encontro com a floresta tropical da Península do Cabo York e na maior parte das regiões costeiras do norte a leste da Austrália. Há relatos de avistamentos de periquitos-australianos na Tasmânia, no entanto, estes são refugiados de cativeiros.

A espécie ocorre principalmente em áreas onde água e comida são abundantes durante todo o ano, como o norte da Austrália. No entanto, as condições climáticas irregulares e a dependência do periquito em sementes de plantas caídas no solo, forçou os grupos de algumas regiões a levarem uma vida nômade e a migrarem para outras regiões em algumas épocas do ano. Até que ponto as migrações ocorrem ou se seguem as direções norte ou sul, ainda não se sabe ao certo. Há indícios que periquitos mais velhos e, portanto, mais experientes guiem o bando a áreas tradicionais e anteriormente visitadas. As migrações são lentas, já que periquitos-australianos selvagens não são capazes de construir reservas de gorduras maiores, sendo assim não podem fazer voos de longa duração. Podem voar até três horas sem interrupção a uma velocidade de 100 km/h.

Populações selvagens na Flórida e Kuwait não existem mais. O aumento da população de pardais e estorninho-europeus resultou em uma competição por alimentos entre as espécies, sendo essa a causa primaria de declínio de periquitos nesses locais.

Habitat natural

Os periquitos colonizam uma variedade de habitats áridos e semi-áridos como as zonas interiores e a parte central da Austrália. Habitam em grande número lugares de grande pastagem, geralmente em terras de agricultura de grãos, terras de arbustos e outras localizações. Por outro lado, evitam áreas florestais por preferirem locais sazonais e próximos a rios e cisternas. Ás vezes, também se instalam em campos de golf. Embora sejam capazes de sobreviver em locais com poucos rios, estão em maior parte onde há cursos d'água e nascentes. Quando há criações de gado e ovelhas por perto, passam a usufruir dos pontos de água próximos instalados pelos fazendeiros.

Periquitos e os humanos

História

Os periquitos-australianos foram relatados pela primeira vez por George Shaw e Frederick Nodder, dois importantes naturalistas do século XIX. Mas foi somente no ano 1840, que John Gould, um ornitólogo e naturalista inglês,levou alguns exemplares desta ave a Europa. Rapidamente, a partir do ano 1850, por serem de fácil domesticação e adaptação a gaiolas passaram a ser comercializados em larga escala. Porém graças a grande procura começaram as exportações de aves selvagens. Mais tarde, em 1894, a prática foi proibida, resolução que dura até os dias de hoje, e boa parte dos periquitos hoje vendidos em lojas de animais provém de criações.

Etimologia

John Gould foi quem deu o nome binomial a espécie, usado até hoje. O nome do gênero Melopsittacus vem do grego e significa "papagaio melodioso". O nome da espécie undulattus é do latim, e pode ser traduzido como "ondulado" ou "ondas padronizadas". Gould observou que os povos locais das Planícies de Liverpool usavam o termo "betcherrygah". Enquanto algumas referencias mencionam que a palavra significa "bom", relatórios locais mostram que seja "pássaro bom" ou que a tradução direta seja "comida boa". Há relatos apócrifos que a tradução correta seja "petisco saboroso", indicando que os indígenas comiam a ave. No entanto, é mais provável que o termo tenha relação com a natureza migratória do periquito. Com as mudanças sazonais que deixaram parte das Planícies estéril, o periquito-australiano passou a se mover para áreas onde há água e sementes. Seguindo os pássaros, os indígenas localizavam água e comida. Assim, eles eram capazes de leva-los até a "comida boa".

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Periquito-australiano (Acessado em 08/01/2016 as 05:30).

Calopsita


A calopsita (português brasileiro) ou caturra (português europeu) (Nymphicus hollandicus) é uma ave que pertence à ordem Psittaciformes e à família Cacatuidae. Natural da Austrália, a espécie foi descrita pela primeira vez em 1792.

A calopsita é o único membro do gênero Nymphicus. Ele já foi considerado um papagaio de crista ou pequena cacatua; no entanto, os estudos moleculares mais recentes têm atribuído a sua própria subfamília cacatua único Nymphicinae. É portanto, agora classificado como o menor membro da família Cacatuidae. Calopsitas são nativas da Austrália.

História

Em 1838 um ornitólogo inglês, John Gould, viajou para a Austrália com o objetivo de estudar a fauna e realizar desenhos de aves. Ele foi o responsável pela fama mundial das calopsitas pois ele foi o primeiro especialista a levar calopsitas para fora da Austrália. Em 1884, a fama das calopsitas cresceu, porém foi em 1950 que a popularidade aumentou de forma bastante considerável por causa do arlequim, calopsita surgida através da primeira mutação de cor.

Características

As calopsitas são aves geralmente dóceis que podem ser conservadas como animal de estimação. São bastante ativas e emitem gritos, assobiam e muitas chegam até a imitar sons que ouvem com frequência (ex.: seu nome, ou alguma outra palavra que ouve constantemente). Geralmente apenas os machos conseguem falar ou cantar, há algumas exceções em que fêmeas cantam.

A plumagem pode variar de cor de acordo com as mutações, a maioria, com exceção das "Cara Branca" e "Prata", tendo em cada face, uma pinta laranja na área dos ouvidos. A crista no topo da cabeça também varia de cor e tem o comprimento médio de 30 cm.

São aves resistentes e suportam bem o clima, desde que convenientemente abrigadas contra ventos e frio extremos. Com uma alimentação balanceada e o cuidado adequado, podem viver até 25 anos. A alimentação é uma das questões mais importantes para o bem estar da ave e deve ser pensada tendo em conta o espaço que a ave tem para fazer exercício e em função do clima. Exceto por algumas restrições, tais como abacate, alface, tomate e caroços (de frutas) em geral, frutas e legumes podem entrar na dieta das aves, porém devem ser oferecidos com moderação, pois em exagero podem causar diarreia ou obesidade, verduras verde escuras são altamente indicadas e podem ser oferecidas constantemente.

Para aves que não tenham possibilidade de fazerem exercícios deve se evitar incluir na dieta alimentos com alto teor em gordura como a semente de girassol. Para este animal poder ingerir semente de girassol ou semente de linhaça, por exemplo, ele precisaria voar muitos quilômetros para gastar a energia contida.

Atualmente pode ser notado o crescimento da ave como animal de estimação, por sua característica carinhosa, mas deve-se haver a preocupação contínua com o cuidado da mesma, principalmente quando vivem soltas, já que, infelizmente, ainda não há um número expressivo de profissionais para cuidados da espécie.

Com este crescimento é possível perceber o aumento de PetShops que disponibilizam, ainda que em número pequeno, "playgrounds", brinquedinhos e outros utensílios para distrair a ave.

Representação

A calopsita tem a crista que expressa o seu estado emocional, ela pode ficar ereta quando a ave está assustada ou animada, levemente deitada em seu estado neutro ou relaxado, e rente a cabeça quando o animal está com raiva ou defensiva. A crista também é plana, mas se arrepia para fora na parte de trás quando a ave está tentando parecer atraente ou sedutora. Em contraste com a maioria das aves da família Cacatuidae que tem as penas da cauda com cerca de 30 cm a 33 cm, as calopsitas tem longas penas na cauda, chegando a aproximadamente metade do seu comprimento total, varia entre 30 cm a 60 cm de comprimento.

Distribuição e Habitat

Calopsitas são nativas da Austrália, e são encontradas em grande áreas de clima árido ou semi-árido do país, sempre próximas à água. Em grande parte nômade, a espécie se move para onde tenha comida e água está disponível. Elas são tipicamente vistas em pares ou em pequenos bandos. Às vezes, centenas se reúnem em torno de um único tal corpo de água. Para espanto de muitos agricultores, que muitas vezes comer culturas cultivadas. Elas estão ausentes do sudoeste mais fértil e cantos sudeste mais profundos da Austrália Ocidental desertos, e Península do Cabo York. Elas são as únicas aves da família Cacatuidae que podem se reproduzir após seu primeiro ano de vida.

O dimorfismo sexual

No "cinza-selvagem" ou "tipo-selvagem" plumagem da calopsita é principalmente cinza com flashes brancos proeminentes nas bordas exteriores de cada asa. O rosto do macho geralmente é amarelo ou branco, enquanto a face da fêmea é principalmente cinza ou cinza claro, e ambos os sexos possuem uma área de laranja nas áreas dos ouvido, muitas vezes referida como "bochechas-cheddar". Esta coloração é geralmente laranja vibrante em machos adultos, e muitas vezes mais clara em fêmeas. O sexamento visual é muitas vezes possível com esta mutação da ave.

A maioria das calopsita, todavia, apenas pode ter o sexo identificado com segurança através do exame de DNA.

Reprodução

A reprodução poderá ser feita a partir de 12 meses e durante todo o ano, mas é aconselhável tirar apenas duas ou três ninhadas por ano para evitar a exaustão das aves. Uma postura tem geralmente de quatro a sete ovos com incubação de 17 a 22 dias. Os filhotes podem ser separados dos pais com oito semanas de vida.

De acordo com experiências mais atuais, constatou-se que em sua primeira postura, a fêmea acasalando com um macho de idade inferior a 12 meses, produziu quantidade inferior a 4 ovos.

O ninho pode ser horizontal ou vertical, mas geralmente são utilizados ninhos verticais de 30 cm de altura. O fundo do ninho deve ser coberto com turfa ou aparas de madeira. Ambos os sexos chocam, os machos principalmente de dia e as fêmeas de noite.

Na natureza, costuma se reproduzir nas épocas de chuvas, até porque os alimentos aparecem mais fartamente, em cativeiro a reprodução deve ser preferencialmente feita, na primavera e/ou verão. Na floresta essa ave geralmente procura um eucalipto que esteja próximo à água e faz seu ninho em algum buraco já existente na árvore.

Expectativa de vida

A expectativa de vida da calopsita em cativeiro é em torno de 16-25 anos, embora às vezes é dado tão curto quanto 10-15 anos, e há relatos de calopsita que vivem até 32 anos, a mais velha espécime relatada tem 36 anos de idade. Dieta e exercício são os principais fatores determinantes na vida da calopsita.

Mutações

No cativeiro foram surgindo mutações de cores variadas, algumas bastante diferentes das observadas na natureza. A partir de 1949 a espécie começou-se a difundir pelo mundo, com a criação do "silvestre", e em seguida "arlequim" mutação desenvolvida na Califórnia, nos Estados Unidos.

Existem muitas mutações de calopsitas com cores variadas, são elas: Silvestre, Arlequim, Lutino, Canela, Opalina (Pérola), Cara Branca, Prata, Lutina, Albino (há um padrão albino e não apenas mutações genéticas), Pastel, Prata-recessivo e Prata-dominante.

Brasil

No Brasil, os primeiros exemplares importados de Calopsita desembarcaram no Brasil a partir de 1970 e hoje já existem muitos criadores, o que os tornam relativamente populares e baratos. O governo Australiano instituiu uma grande proibição sobre a exportação desses pássaros em 1994, portanto, todas as caturras vendidas no Brasil devem ser criadas em cativeiro.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nymphicus_hollandicus (Acessado em 08/01/2016 a 05:00).

domingo, 5 de janeiro de 2014

Cuidando de Papagaios, Periquitos, Louros e outros Psitacídeos

O que a dou de comer?

Nas primeiras etapas da vida, o ideal é conseguir, pasta de bucho para LOURO, pois contém todos os nutrientes necessários e nas proporções necessárias, incluindo probióticos e enzimas digestivas que evitam que o alimento “endureça” ou “fermente”, já que não estão sendo alimentadas por seus pais.

A Alcon disponibiliza alimentos prontos para esse tipo de ave, que é vendida em qualquer loja de animais. http://www.alconpet.com.br/produtos/categoria/aves/todos

Depois de emplumados, O QUE DEVEM COMER?

- Neston 3 cereais (preparado com água e NUNCA COM LEITE), com um pouco de alimento balanceado.

Ou:

- ¼ de gema de ovo cozida e fruta ralada (maçã ou pêra). Evite cítricos e banana.
- Caso possível pode dar também polenta cozida.

A papinha de ver dada morna (NÃO QUENTE) e nunca fria da geladeira e preparar cada vez que for alimentar-la e muito cuidado ao esquentar no microondas, considerando que deve esperar esfriar e não dar logo ao tirar do aparelho. É comum que por erro acabam-se fazendo queimaduras em seu bucho (estômago), por não serem tomadas as devidas precauções.

O desmame é após os dois ou três meses após começar a oferecer alimento para que coma sozinha (frutas, verduras, algumas sementes, e etc).

Adultas:

É uma espécie principalmente granivora, e na natureza e alimenta de sementes de plantas tanto silvestres quanto cultivadas.

Comem sementes variadas, dando poucas oleosas, como as de girassol, pois possuem muita gordura e nunca dê leite, pois não podem digerir (não são mamíferos). Dê milho (cozido e não cru), laranja, maçã, espinafre, cenoura (crua ou cozida) e alface.

Dê também abobrinha verde, pepino, pimentão vermelho (possuem muita vitamina C, mas não dê sementes), e também abóbora e batata SEMPRE fervidas, e não cruas.

As verduras e frutas devem ser oferecidas duas vezes por dia, bem lavadas e com sua casca cortadas em pedaços pequenos e logo após algumas horas retire o que não foi comido, pois fermentam e se decompõem rapidamente.

Legumes de todo tipo, não em conserva, sempre cozidas. Polenta e Talharim fervidos uma vez por semana. É recomendável duas vezes ao mês o equivalente a meia colher de sopa de creme de queijo diet e sem sal, ou um queijo que não tenha sal ou gordura.

A importância da vitamina A e da cenoura que nunca devem faltar na dieta, e só 20% de sua dieta devem conter sementes.

Alimentos Proibidos:


Verduras: Por sua toxidade, evite dar berinjela, cebola, acho e salsa. Abóbora e batata sem ferver e nem suas cascas.


Frutas: Abacate, tomate cru, e caroços de frutas e sementes de maçã e peras, pois estas contém substâncias altamente tóxicas.

Alimentos humanos: Sobras de comida, temperos, frituras, salgadinhos, café, refrigerantes, chocolates, geleias, leite de soja, enlatados em conserva, sucos artificias, massas, carnes, etc.

Aqui está uma maneira de alimentar-los, a outra é através de seringas de insulina (sem agulha, certamente).



Fonte: http://pajaros-caidos.blogspot.com.ar/2010/11/cotorras-y-loros.html (Acessado as 17:00 em 05/01/2014). Artigo de Clara Correa e tradução e adaptação por Felipe Lobo.